Entre 1948 e 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a homossexualidade como um transtorno mental. Em 17 de maio de 1990, a assembléia geral da OMS aprovou a retirada do código 302.0 (Homossexualidade) da Classificação Internacional de Doenças, declarando que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”. A nova classificação entrou em vigor entre os países-membro das Nações Unidas em 1993. Com isso, marcou-se o fim de um ciclo de 2000 anos em que a cultura judaico-cristã encarou a homossexualidade primeiro como pecado, depois como crime e, por último, como doença.
Apesar deste reconhecimento da homossexualidade como mais uma manifestação da diversidade sexual, as lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) ainda sofrem cotidianamente as consequências da homofobia, que pode ser definida como o medo, a aversão, ou o ódio irracional aos homossexuais: pessoas que têm atração afetiva e sexual para pessoas do mesmo sexo.
Apesar deste reconhecimento da homossexualidade como mais uma manifestação da diversidade sexual, as lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) ainda sofrem cotidianamente as consequências da homofobia, que pode ser definida como o medo, a aversão, ou o ódio irracional aos homossexuais: pessoas que têm atração afetiva e sexual para pessoas do mesmo sexo.
A homofobia se manifesta de diversas maneiras, e em sua forma mais grave resulta em ações de violência verbal e física, podendo levar até o assassinato de LGBT. Nestes casos, a fobia, essa sim, é uma doença, que pode até ser involuntária e impossível de controlar, em reação à atração, consciente ou inconsciente, por uma pessoa do mesmo sexo. Ao matar a pessoa LGBT, a pessoa que tem essa fobia procura “matar” a sua própria homossexualidade. A homofobia também é responsável pelo preconceito e pela discriminação contra pessoas LGBT, por exemplo no local de trabalho, na escola, na igreja, na rua, no posto de saúde e na falta de políticas públicas afirmativas que contemplem LGBT. Infelizmente, também, os valores homofóbicos presentes em nossa cultura podem resultar em um fenômeno chamado homofobia internalizada, através da qual as próprias pessoas LGBT podem não gostar de si pelo fato de serem homossexuais, devido a toda a carga negativa que aprenderam e assimilaram a respeito.
http://www.youtube.com/watch?v=rYp7mEytg9U&feature=player_detailpage#t=0s
Não podemos nos esquecer que nas últimas eleições, em Barra Mansa, teve candidato a deputado federal defendendo a homofobia. Vamos ficar de olho neles!
ResponderExcluirBacana a postagem!
ResponderExcluirNum Pais, onde a homofobia ainda encontra aliados, é importante salientar a luta e a postura, dignas de elogios, do Deputado Federal Jean Wyllys que, em seu discurso de posse assumiu sua homossexualidade e, mais ou tão importante, manifestou, em cumprimento à sua promessa de campanha, sua intenção em reconstituir e liderar a Frente Parlamentar Mista Pela Cidadania LGBT, entre outras medidas.
Ao que se sabe, o jovem Deputado sofreu, inclusive, ameaças de agressão e morte.
Parabéns ao Deputado Federal Jean Wyllys, do PSOL!
Abs.
Clovis
PARABENS A ESTE CANDITADO DE BM ,QUE ACREDITA NOS HOMOAFETIVOS,TENHO UM MONTE DE AMIGOS AINDA NO ARMARIO QUE PENA . ABS ARTISTA ANONIMO
ResponderExcluir