O ATLAS Brasil - Abastecimento Urbano de Água, é a consolidação final de estudos desenvolvidos pela ANA - Agência Nacional de Águas desde o ano de 2005, com o objetivo básico de analisar a oferta de água à população urbana brasileira e propor alternativas técnicas para garantia do abastecimento aos atuais 5.565 municípios do País.
A escassez hídrica de algumas regiões e a adversidade das condições de suprimento de água à população urbana brasileira vêm sendo objeto de estudos há anos, sem que, até o momento, tenham sido implantadas soluções globais, que permitam equacionar em definitivo os frequentes déficits de abastecimento. O ATLAS Brasil se insere em um contexto amplo de planejamento, oferecendo, com detalhes, um portfólio de projetos e obras abrangente e disponibilizando ferramenta adequada para a programação de ações de longo prazo e a identificação de intervenções emergenciais. Além de se constituir em valioso instrumento para a tomada de decisões, com vistas à garantia da oferta de água para o abastecimento de toda a população urbana do País, o ATLAS Brasil contribui tanto para a gestão integrada dos recursos hídricos e compatibilização de seus usos múltiplos, quanto para a racionalização dos investimentos em saneamento.
O Estado do Rio de Janeiro possui 92 municípios e uma população urbana de 15,5 milhões de habitantes. A Região Metropolitana do Rio de Janeiro é composta por 18 municípios e concentra 75% da população do Estado. Outras três cidades, que não integram a região metropolitana, possuem população significativa (acima de 250 mil habitantes): Campos dos Goytacazes, Petrópolis e Volta Redonda.
O Estado está totalmente inserido na Região Hidrográfica do Atlântico Sudeste, apresentando boa disponibilidade hídrica superficial e baixa presença de sistemas aquíferos significativos. Essa característica resulta na predominância de sedes abastecidas exclusivamente por mananciais superficiais, 85% dos municípios (78 sedes).
A maioria dos municípios (16) da RMRJ tem sistemas de abastecimento de água operados pela Companhia Estadual de Água e Esgotos - CEDAE. As exceções são Guapimirim e Niterói, que é atendida com água tratada proveniente do sistema Imunana/Laranjal operado pela CEDAE, mas cuja distribuição é feita pela concessionária Águas de Niterói. No total, a CEDAE é responsável pelo abastecimento de 61 municípios do Estado. Os demais municípios possuem sistemas de abastecimento operados por serviços municipais (autônomos ou prefeituras) ou por empresas privadas, incluindo importantes cidades do Estado. No primeiro caso, que contempla 16 municípios, está Barra Mansa.
De acordo com a avaliação oferta/demanda realizada, 47 municípios do Estado (51% do total), não necessitam de investimentos para a garantia da oferta de água, apresentando condições satisfatórias de atendimento às demandas futuras. São eles: Aperibé, Araruama, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Bom Jesus do Itabapoana, Cabo Frio, Cambuci, Campos dos Goytacazes, Cantagalo, Cardoso Moreira, Carmo, Comendador Levy Gasparian, Cordeiro, Engenheiro Paulo de Frontin, Iguaba Grande, Italva, Itaocara, Itaperuna, Laje do Muriaé, Macuco, Magé, Mangaratiba, Mendes, Miguel Pereira, Miracema, Natividade, Parati, Paty do Alferes, Piraí, Porciúncula, Porto Real, Quatis, Quissamã, Resende, Rio Bonito, Santo Antônio de Pádua, São Fidélis, São João da Barra, São José de Ubá, São Pedro da Aldeia, São Sebastião do Alto, Sapucaia, Silva Jardim, Sumidouro, Trajano de Morais, Três Rios, Valença, Vassouras e Volta Redonda. Ou seja, dos municípios da região, apenas Barra Mansa não possui condições satisfatórias de atendimento, exigindo investimentos urgentes para evitar futuros colapsos.
A escassez hídrica de algumas regiões e a adversidade das condições de suprimento de água à população urbana brasileira vêm sendo objeto de estudos há anos, sem que, até o momento, tenham sido implantadas soluções globais, que permitam equacionar em definitivo os frequentes déficits de abastecimento. O ATLAS Brasil se insere em um contexto amplo de planejamento, oferecendo, com detalhes, um portfólio de projetos e obras abrangente e disponibilizando ferramenta adequada para a programação de ações de longo prazo e a identificação de intervenções emergenciais. Além de se constituir em valioso instrumento para a tomada de decisões, com vistas à garantia da oferta de água para o abastecimento de toda a população urbana do País, o ATLAS Brasil contribui tanto para a gestão integrada dos recursos hídricos e compatibilização de seus usos múltiplos, quanto para a racionalização dos investimentos em saneamento.
O Estado do Rio de Janeiro possui 92 municípios e uma população urbana de 15,5 milhões de habitantes. A Região Metropolitana do Rio de Janeiro é composta por 18 municípios e concentra 75% da população do Estado. Outras três cidades, que não integram a região metropolitana, possuem população significativa (acima de 250 mil habitantes): Campos dos Goytacazes, Petrópolis e Volta Redonda.
O Estado está totalmente inserido na Região Hidrográfica do Atlântico Sudeste, apresentando boa disponibilidade hídrica superficial e baixa presença de sistemas aquíferos significativos. Essa característica resulta na predominância de sedes abastecidas exclusivamente por mananciais superficiais, 85% dos municípios (78 sedes).
A maioria dos municípios (16) da RMRJ tem sistemas de abastecimento de água operados pela Companhia Estadual de Água e Esgotos - CEDAE. As exceções são Guapimirim e Niterói, que é atendida com água tratada proveniente do sistema Imunana/Laranjal operado pela CEDAE, mas cuja distribuição é feita pela concessionária Águas de Niterói. No total, a CEDAE é responsável pelo abastecimento de 61 municípios do Estado. Os demais municípios possuem sistemas de abastecimento operados por serviços municipais (autônomos ou prefeituras) ou por empresas privadas, incluindo importantes cidades do Estado. No primeiro caso, que contempla 16 municípios, está Barra Mansa.
De acordo com a avaliação oferta/demanda realizada, 47 municípios do Estado (51% do total), não necessitam de investimentos para a garantia da oferta de água, apresentando condições satisfatórias de atendimento às demandas futuras. São eles: Aperibé, Araruama, Armação dos Búzios, Arraial do Cabo, Bom Jesus do Itabapoana, Cabo Frio, Cambuci, Campos dos Goytacazes, Cantagalo, Cardoso Moreira, Carmo, Comendador Levy Gasparian, Cordeiro, Engenheiro Paulo de Frontin, Iguaba Grande, Italva, Itaocara, Itaperuna, Laje do Muriaé, Macuco, Magé, Mangaratiba, Mendes, Miguel Pereira, Miracema, Natividade, Parati, Paty do Alferes, Piraí, Porciúncula, Porto Real, Quatis, Quissamã, Resende, Rio Bonito, Santo Antônio de Pádua, São Fidélis, São João da Barra, São José de Ubá, São Pedro da Aldeia, São Sebastião do Alto, Sapucaia, Silva Jardim, Sumidouro, Trajano de Morais, Três Rios, Valença, Vassouras e Volta Redonda. Ou seja, dos municípios da região, apenas Barra Mansa não possui condições satisfatórias de atendimento, exigindo investimentos urgentes para evitar futuros colapsos.

Olá,
ResponderExcluirSeria interessante ver alguém do SAAE de Barra Mansa falando a respeito. O Prefeito (?) sei que não falaria mesmo, mas o Sr. Renine poderia nos explicar a conclusão da ANA.
Abs.
Roberto Lopes
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ResponderExcluirpablocalor.blogspot.com
fico muito preucupado com esta siuação pois onde moro ja faltou muita agua tem 20 anos que não falta mais não gostaria de voltar aquele tempo em que a agua só chegava na caixa a noite de dia tinhamos que economizar para não faltar e ligar a bomba do reservatório todo dia e mesmo assim ainda faltava....espero que a pmbm não feche os olhos para isso pois é muito grave...abraços
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