Um dia destes foi reprisado um filme de Peter Sellers, ali ele interpreta vários personagens. Ele é a rainha, o primeiro ministro e general do exército de um fictício pequeno país europeu chamado Gran Fenwick. O país está quebrado, e o ardiloso primeiro ministro bola um plano de atacar os EUA, sob a alegação que os últimos sempre socorrem os vencidos. Este é o enredo de “o Rato que Ruge” de 1959. O que o primeiro ministro não contava era que o exército medieval de Gran Fenwick roubasse a bomba Q e “vencesse” a guerra. O filme é uma comédia datada, mas a ideia continua sendo boa, principalmente para certa cidade do sul fluminense: declaramos guerra aos EUA, armamos o nosso exército de vinte mil desempregados e subempregados (antes que a Marisa comece a funcionar) com arco e flecha e atacamos os americanos. A guerra vai durar três minutos. Depois de nossa derrota – porque perder faz parte -, os americanos virão com as suas máquinas, tecnologia, dinheiro. Enquanto os nossos tecnocratas e estrategistas não elaboram um plano diretor de ataque aos americanos, esperando um PAC ou uma verba do BID, o evento será anunciado pelo nosso Babalorixá, na Flumisul, com toda a pompa e circunstância, com a presença de todas as autoridades, com o nome código de “a preguiça que ronca”. Zzzzzzzzzzz...
A PREGUIÇA QUE RONCA.
ResponderExcluirUm dia destes foi reprisado um filme de Peter Sellers, ali ele interpreta vários personagens. Ele é a rainha, o primeiro ministro e general do exército de um fictício pequeno país europeu chamado Gran Fenwick. O país está quebrado, e o ardiloso primeiro ministro bola um plano de atacar os EUA, sob a alegação que os últimos sempre socorrem os vencidos. Este é o enredo de “o Rato que Ruge” de 1959. O que o primeiro ministro não contava era que o exército medieval de Gran Fenwick roubasse a bomba Q e “vencesse” a guerra.
O filme é uma comédia datada, mas a ideia continua sendo boa, principalmente para certa cidade do sul fluminense: declaramos guerra aos EUA, armamos o nosso exército de vinte mil desempregados e subempregados (antes que a Marisa comece a funcionar) com arco e flecha e atacamos os americanos. A guerra vai durar três minutos. Depois de nossa derrota – porque perder faz parte -, os americanos virão com as suas máquinas, tecnologia, dinheiro.
Enquanto os nossos tecnocratas e estrategistas não elaboram um plano diretor de ataque aos americanos, esperando um PAC ou uma verba do BID, o evento será anunciado pelo nosso Babalorixá, na Flumisul, com toda a pompa e circunstância, com a presença de todas as autoridades, com o nome código de “a preguiça que ronca”. Zzzzzzzzzzz...